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Transformando a dor em recurso

Como encontrar a satisfação profissional?


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Somos influenciados por crenças que nos atingem de dois lados: da nossa criação- trazia pela família e pelas vivencias-, e através de crenças históricas, visto que a etimologia da palavra trabalho vem de “tripalium”, um instrumento romano de tortura no qual os escravos eram submetidos a intensas sessões de agressão. Desse modo, originalmente trabalho era considerado sinônimo de “tortura e sofrimento” e “trabalhar” significava ser “torturado”.


É absolutamente compreensível não gostar do seu trabalho e se ver insatisfeita (o), uma vez que o trabalho começou a ser visto somente na idade média, logo é muito recente o trabalho por realização. Hoje muitas pessoas que se veem insatisfeitas com seu trabalho, e com isso passam um conflito interno a fim de alimentar o fenômeno que chamamos de Prazeres do Instagram. Vemos pessoas sendo bem sucedidas trabalhando por um propósito, esbanjando a plena satisfação profissional nas redes sociais, publicando inúmeros momentos de felicidades e criamos comparações que nos levam ás insatisfações profissionais.


No passado quando não existiam as redes sociais, tínhamos em mãos somente a vida do vizinho e/ou colega de escola para servir como modelo. Atualmente com o ,avanço da tecnologia, nasceram diversas outras ferramentas de socialização nas redes sociais, em virtude disso, nasce a comparação com os tops do mercado que já estão há 10 anos avançados.


COBRANÇA EXTERNA


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O mundo prega sempre que “tudo depende somente de você”, certo: Pois bem, essa pequena expressão leva consigo um enorme peso de cobrança e posteriormente insatisfação pessoal, justamente porque o cérebro fica o tempo todo em conflito tentando provar que tudo aquilo pela qual nos indignamos é mentira e pura ilusão. Elevamos o grau das expectativas no momento em que seguimos determinados influenciadores e os mesmos mostram o lado colorido da vida, entretanto nossa mente fica em dúvida de todo esse cenário e passa a tentar provar, que aquela pessoa que se encontra no topo, bem sucedida tem dinheiro e é completamente feliz e radiante. Logicamente que existem pessoas que realmente demonstram nas redes sociais, aquilo que realmente acontece, justamente para evidenciar que nem tudo “são flores”.


Agora vejamos pelo lado esquematizado do ciclo:


Não estou feliz- Quero buscar algo que me satisfaça- Meu cérebro diz que isso não é realista- Me convence de que o melhor caminho a seguir, é deixar isso tudo pra lá e continuar insatisfeita. É de extrema importância trabalhar nossas crenças de modo que cada etapa das nossas vidas seja algo que agregue valor pessoal e profissional e não que nos leve a tomar determinadas decisões perigosas em relação ao seu trabalho. Isso traz desconforto e faz com que cérebro, nos convença sempre a escapar do jogo e ser o “café com leite”. É preciso transformar a dor em recurso para que esse ciclo se torne um aliado no time e nos auxilie a sair de todas as armadilhas. Precisamos cruzar o pensamento automático do cérebro e nos perguntarmos: “Será?”.


Na realidade, necessita-se trabalhar as crenças do merecimento. Todo mundo pode e consegue, não só quem classificamos como sendo “os preferidos da vida”: os afortunados ou os mais inteligentes. Nesta fase de questionamento, é evidente que necessitamos usar o racional e buscar as provas reais para lutar de igual para igual com nossa mente, é semelhantemente a investigação, são indispensáveis as provas.

 
 
 

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