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Documentarista conta sobre sua trajetória e dá dicas para iniciantes


foto: Gabriel Garcia

O documentarista Luiz Nachbin que já produziu mais de 250 documentários em mais de 90 países contou da sua trajetória, o jornalista e carioca de 57 anos começou na rádio e depois foi para a tv na TV Educativa do Rio, o trabalho cobrindo futebol ajudou Luiz a treinar seu manuseio com a câmera e a partir daí se apaixonou pela produção audiovisual, depois de um tempo juntando dinheiro Nachbin foi viajar para a Índia com sua câmera como única companheira foi aí que se deu início a carreira como documentarista “a imprevisibilidade na produção de documentários foi o que fez eu me apaixonar”, imprevisibilidade essa bem diferente do antigo trabalho que o entediou depois de um tempo e que ainda faz o sangue ferver mesmo depois de 25 anos produzindo documentários.


Ele também falou do seu método de produção que é totalmente livre e real diferente do documentário stadian onde tudo é detalhadamente pensado e em algumas vezes encenado, “além disso é necessário um estudo aprofundado sobre o tema ou história tratada” conta ele, Nachbin também fala da importância da comunicação através das câmeras passando um sentimento ou questionamento através das filmagens seja um pôr do sol ou uma simples senhora sentada esperando um ônibus.



Apesar da profissão de documentarista ser de altos e baixos segundo Luiz ele acredita que existe sim uma demanda não correspondida seja pelo streaming, mídias tradicionais e a própria internet ele incentiva os interessados na área a iniciar uma carreira “pegue uma câmera nem que seja de celular e saia na rua praticar, tente contar uma história ou transmitir algo nem que seja um documentário de 3 ou 4 minutos faça e pratique, essa é uma profissão que exige muito treino”, o estudante do 5 semestre de jornalismo Igor Takeda de 20 anos destacou as dicas dadas durante a palestra “bem interessante, apesar de não ser minha ideia ser documentarista quando acabar meus estudos, é algo que eu com certeza quero fazer pelo menos uma vez, quem sabe no TCC” contou Igor rindo.

 
 
 

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