“O século XXI, e o aparecimento de doenças emocionais.”
- Maria Eduarda De Azevedo Sousa
- May 15, 2022
- 1 min read
Updated: May 22, 2022
Atualmente, em pleno século XXI, muito ouvimos sobre doenças emocionais e em como esta geração se vitimiza e também em como somos bons em criarmos problemas, onde na realidade não existe nenhum. Porém, ouvimos de nossos avós, tios mais velhos e até mesmo nos contam reproduções de histórias de pessoas próximas que ouviram episódios onde houve ali algum índice de doenças emocionais, mas que por diversos motivos tiveram que ser ocultadas e, portanto, não diagnosticadas corretamente e que ocasionaram em gerações oprimidas.
Todos nós já ouvimos uma história de uma esposa que apanhou, um filho que era explorado, sobrinhos e netos com depressão eram taxados de frescurentos e que até mesmo ali havia uma ausência religiosa, ou trabalhadores que viviam situações precárias de serviço e precisavam engolir desaforos, afrontas, xingamentos e tribulações por necessitarem do salário, pouco falávamos de empatia, e menos ainda em ambientes saudáveis de trabalho. Mas a verdade é que, apenas não era dito, eram situações ocultas, e que devastaram milhares de gerações e pessoas por tabus que ainda eram levantados e enraizados, “nada que uma surra não resolva”, diziam.
Somos a geração da coragem, entendemos a importância do autoconhecimento, quebramos tabus existentes que pregam o silêncio como solução dos problemas, não seremos o que passaremos sufoco para sustentarmos relações sociais predestinas a falência, e não sustentaremos sentimentos que nos causam opressão, depressão e abstinência de nossas essências, pois quem somos e o amor que temos por nós mesmos deve ser nosso maior ato de lealdade contra todo o preconceito que pregam, que é atuação e segregação do autoconhecimento.




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