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Por que a ida ao supermercado virou um pesadelo?

Diversos fatores e eventos contornam o motivo da alta expressiva nos preços de alimentos em todo o país. Descubra o que influenciou esse aumento até aqui.


Foto: Dennis Siqueira | Unsplash

Em uma tentativa desesperada de compartilhar o que se tornou uma angústia de todos, ainda com a conflitante sensação do retorno à vida normal, este ano, os brasileiros começaram a substituir o "papo de elevador" sobre o clima para falar dos altos preços do alimentos no supermercado. E eles têm motivo: fazer as compras ficou em média 31,5% mais caro desde o começo de 2020, de acordo com os dados de alimentação em domicílio do IPCA.


Assim como as demais categorias, o setor de produção de alimentos sofreu a pressão de todos os lados para chegar ao patamar atual. O diferencial, no entanto, é que todas as maiores altas registradas em 2022 continuam refletindo na comida do consumidor final, como é o caso dos combustíveis, energia e automóveis.


As maiores altas em insumos | CNN Brasil

Com isso, além da temida inflação que interliga todos os porquês, podemos identificar os fatores climáticos e o mercado global fragilizado como principais causas para o acréscimo nos insumos. Estiagem, geadas e excesso de chuvas assolaram as safras brasileiras, que já sofriam com uma crise hídrica desde 2021. Por outro lado, a força da exportação de commodities também diminui a oferta de alimentos para o público brasileiro.


Contudo, o cenário da guerra na Ucrânia também não ajuda: além de sensibilizar toda a cadeia de exportação, importação e investimentos em todo o mundo, as sanções à Rússia tornaram o acesso a fertilizantes, petróleo e outros insumos importantes para o agronegócio brasileiro.


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