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Rádio no Brasil: 100 anos de história

Palestra do Connect Athon 2022 reúne repórteres, apresentadores e especialistas do meio para discutir a importância e capacidade de renovação do meio de comunicação perante as novas tecnologias.


Arquivo Pessoal | Adriana Fratini

Diferentes pontos de vista e atuações, mas um mesmo pensamento: apesar da inovação tecnológica constante, o rádio atravessa décadas e se mantém atual. O bate-papo em forma de palestra ocorrido na última sexta (13) levantou o debate sobre a importância do meio de comunicação, com base na experiência de profissionais das mais variadas áreas. Durante uma hora e meia, Adriana Fratini, Daniel Starck, Filipe Gamba e José Deridério dividiram um resumo de suas carreiras e visões sobre o tema. Com foco na conexão com a internet e atração do público jovem, os programas e veículos voltados ao esporte também mostram-se presentes com lives, podcasts e blogs online. Para Filipe Gamba, jornalista, professor e apresentador do Esportes ao Meio-Dia e Balanço Final na Rádio Gaúcha, o radiojornalismo expandido de hoje permitiu a readaptação do meio mesmo com a lógica do consumo de conteúdo assíncrono em que vivemos. Com espaço na rotina dos brasileiros, o foco no hard news e na atualidade da notícia são pontos que preservam sua relevância.

Arquivo Pessoal | Ruan Rangel

O acesso ao rádio teve outros rumos para Daniel Starck, proprietário do portal tudoradio.com, consultor artístico e jornalista. Durante a passagem pelo evento, o empresário dissertou sobre a importância do caráter híbrido dos veículos de rádio, os quais atuam tanto nas notícias terrestres quanto no meio digital. Dessa ideia surgiu em 2004 o site que hoje é referência na cobertura do rádio, além das motivações causadas pela falta de informações do mercado até então.



Presencialmente nas instalações da Athon, a palestra ainda contou com Adriana Fratini, moto repórter da Band FM Sorocaba e locutora publicitária. Pontuando sobre a entrada da tecnologia na produção do radialista, ela discorreu sobre como os softwares de edição e equalização têm importância na sua rotina. A repórter, que ainda é professora no Senac Sorocaba no curso de Rádio, também dividiu a história da sua família com o meio de comunicação, já que seu pai era radialista e tinha em casa diversos gravadores que a inspiraram a seguir os mesmos passos. Para Isis Rodrigues, aluna de Adriana no Senac Sorocaba, o momento foi importante para conectar o público com o tema da palestra: "Gostei de tudo no geral, mas a experiência dela sempre nos motiva".

Arquivo Pessoal | José Desidério

Encerrando a noite de conhecimentos, José Desidério também dividiu com a sala algumas experiências dos 60 anos como locutor e apresentador no rádio. No início da carreira o foco era cobrir e narrar o futebol, mas a gama de temas com que Zé já trabalhou vão do humor à editor de uma equipe jornalística. Para ele, o fator renovação do rádio é o que mantém o meio vivo: "Eu digo que é rádio que vai anunciar o fim do mundo. Só ele consegue ser rápido o suficiente para levar essa notícia".

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